Se você pensa que as empresas de tecnologia ou a indústria petrolífera são os que mais lucram, está redondamente enganado.
Os lucros desses dois setores somados não chegam aos pés do que ganha a indústria farmacêutica e sua poderosa rede, com ponto de vendas e agentes atuando em todos os cantos da face do planeta. Não existe no mundo um único povoado sequer, que não disponha de um ponto de venda de remédio e um médico atendendo e receitando.
A partir dos anos 90, essa indústria consolidou sua articulação com os governos, comprou praticamente todos os grandes meios de comunicação de massa (praticamente toda a mídia) e passou a investir pesadamente em faculdades de medicina (atualmente os grupos Anima e Laureate são donos de quase todas as Faculdades de Medicina) e comprou os principais laboratórios e institutos de pesquisa, com a finalidade de criar uma cultura própria e formar opiniões alinhadas com os seus interesses (que obviamente não são em favor da saúde, mas sim da doença).
De cerca de 15 anos para cá, os lucros deles explodiram exponencialmente, sobretudo devido às campanhas que divulgam falsas epidemias e vendem bilhões de doses de vacina para os governos, sem licitação, sem nenhuma burocracia e com lucros estratosféricos.
Por razões óbvias, essas vacinas nunca vão evitar e tampouco erradicar a doença, pois o negócio precisa continuar faturando, ano após ano. Haja vista a gigantesca campanha em torno do vírus H1N1, que desde 2009 vende anualmente bilhões de doses de vacina, mas nunca se registrou nenhuma redução de ocorrências da doença. Pelo contrário, em muitos casos, como na Austrália, houve o significativo aumento dos casos.
Esse gigantesco esquema de propagação das supostas epidemias, com suas vacinas de mentira, atualmente é o carro-chefe no faturamento do sistema. Isso possibilitou o domínio político das principais economias ocidentais, articulado com a China, e permitiu, inclusive, na última campanha da Covid-19, a desarticulação das políticas de direita, que poderiam vir a ser algum entrave nos seus projetos de médio e longo prazo.
Mas há um outro grande filão de negócios dessa maldita indústria da morte: As estatinas.
Há décadas sendo distribuídas por tudo quanto é médico em todas as partes do mundo, com promessas de, além de baixar o nível orgânico de Colesterol (o que nunca se comprovou ser causa de doença nenhuma), as estatinas agora são receitadas também para tratar angina, Alzheimer, osteoporose, câncer, esclerose múltipla e diabetes (faltou dizer que evita "espinhela caída" e "maloiado").
Entre 2007 e 2015, houve uma campanha com grandes investimentos destinados a aumentar as vendas dessa porcaria e só no Brasil o número de usuários cresceu de 400.000 para 8 milhões de pessoas. No mundo inteiro hoje em dia, estima-se que mais de 150 milhões de pessoas tomam isso diariamente. “Um grande filão, um belíssimo negócio para a indústria farmacêutica”, comentou na época o diretor presidente do grupo editorial Abril.
Atualmente, os poucos médicos e cientistas não alienados não têm dúvida de que essa droga, além de inócua para o que se propõe, ainda pode causar perda de memória e demência precoce, diabetes, fraqueza muscular, até câncer e, pasmem, doenças cardiovasculares (uai, não era pra evitar isso?).
No livro "Medicamentos Mortais e Crime Organizado, o cientista Peter Gøtzsche explica como a Indústria Farmacêutica Corrompeu a formação e a Assistência Médica e age como uma gigantesca rede de crime organizado.
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| Indústria Farmcêutica Crime Organizado |
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| Estatinas: Um Santo Remédio ou um Engodo? |


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