Almanaque do Gregorio
quinta-feira, 24 de abril de 2025
domingo, 20 de abril de 2025
terça-feira, 15 de outubro de 2024
Minha Primeira Professora.
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| Professora Joaninha Costa |
Como até então eu tinha vivido na roça, não frequentei pré primário e nunca tinha tido qualquer experiência parecida. Por isso, o ambiente da sala de aula me era absolutamente estranho!
Sem contar que eu era (e ainda sou) muito tímido! Morria de vergonha e de medo de conversar com as pessoas, pois achava que todo mundo da cidade era muito bacana e tudo era chique demais; os colegas de sala, pra mim, eram todos muito "sabidos" e importantes 😀, os professores e funcionários da escola, então, nem se fala...
Minha primeira escola foi o Grupo Escolar Henriqueta Cassimiro de Menezes, em Carmo do Paranaíba, uma construção de chapas de metal pintadas de verde, que as pessoas chamavam de "grupo de lata" e, na sala, os alunos sentavam-se em carteiras duplas, dois a dois.
No primeiro dia, o Aluízio, meu irmão, me levou e me deixou na sala de aula, sem o caderno e sem o lápis. Enquanto ele saiu para comprar essas coisas, eu fiquei à beira do pânico, pois era o único que ainda não tinha nenhum objeto, nem pasta escolar.
Apesar da sensação de hostilidade no começo, os dias se passaram e a gentileza, a simpatia e a beleza da professora começaram a me encantar! Logo eu já estava me sentindo à vontade, arranjando amigos e adorando a escola.
Entretanto, pouco tempo depois, talvez algumas semanas - não me lembro bem, do nada, a diretora entrou na sala, apresentando outra moça, que seria a nossa nova professora!
Eu fiquei inconformado! Naquele dia, voltei pra casa numa tristeza danada, desconsolado! Os dias seguintes na escola foram desanimadores. Me lembro que a Dalca, minha irmã, que também era educadora, tentava me consolar, dizendo que a outra professora também era tão boa quanto a anterior e que também era bonita. Mas não me convencia!...
Eu devo ter levado um bom tempo para me acostumar com a nova professora, mas nunca me esqueci da primeira! Nunca esqueci seu nome, como também nunca me esqueci da sua fisionomia, da sua simpatia e do seu jeitinho gentil.
O tempo passou e eu segui meu destino; aos 15 anos fui pra Belo Horizonte estudar e nunca mais voltei a morar na cidade. Porém, sempre que havia alguma oportunidade, perguntava por lá, entre familiares e amigos, se não sabiam quem havia sido aquela minha primeira professora, mas infelizmente, ninguém me dava uma referência certa!
É que quando ela saiu do Grupo Escolar Henriqueta, alguém me disse que ela teria se mudado para outra cidade. Talvez por causa dessa informação, as pessoas não conseguiam identificar de quem se tratava, acreditando que ela não tivesse preservado vínculos com a cidade.
Assim, lá se foram quase 60 anos!...
E há poucas semanas atrás, fui incluído num grupo de WhatsApp de conterrâneos com centenas de pessoas e, um certo dia, me surpreendi com um verdadeiro festival de cumprimentos, elogios e comentários exaltando as virtudes e a simpatia de uma pessoa que fazia aniversário naquela data!
Tanto apreço, tanta admiração e a demonstração do quanto ela era querida por tantas pessoas, me deixou impressionado e o seu nome fez suspeitar:
- Será que não seria a minha professora?
Procurei saber por meio do meu amigo Daniel, se por acaso ela teria dado aulas naquele certo ano na Escola Henriqueta Cassimiro de Menezes.
E o meu amigo confirmou! De fato, ela tinha iniciado a carreira como professora, justamente naquele Grupo Escolar e naquele mesmo ano em que eu entrei na escola. E mais, ela confirmou que realmente deu aulas por algumas poucas semanas e foi transferida para uma outra escola.
Então, não restava dúvida! Era ela, a minha querida primeira professora Joaninha! Fiquei muito feliz e emocionado por saber que era ela e por constatar que era tão estimada, não só por mim!
Finalmente, eu havia identificado essa pessoa tão especial, cujas lembranças tão bonitas e marcantes eu trazia preservadas na memória ao longo desses anos todos!
Depois disso, revendo as fotos atuais dela postadas no grupo, a achei muito bonita e confesso que a simpatia e a meiguice daquelas imagens me sensibilizaram e parece que resgataram na memória a afeição de criança que eu tinha sentido por ela há tantos anos, como minha professora!
...
À minha querida professora Joaninha,
Professora Joaninha
Eu não podia deixar de compartilhar essa história com meus amigos e conterrâneos, como forma de mostrar a minha alegria por tê-la reencontrado e como forma de te homenagear e te agradecer por ter sido essa referência tão positiva na minha vida, justamente na minha transição da roça para o mundo acadêmico.
Quero visitá-la e te dar um abraço, na primeira oportunidade que tiver!
Obrigado, Professora!
....
domingo, 28 de janeiro de 2024
Epaminondas.
Chamou o Epaminondas e disse:
- Epaminondas, eu vou mandar uma enchente pra inundar tudo e você foi sorteado pra ser aquele que vai recomeçar a civilização humana.
- Opa! Valeu, Autoridade! Beleza! Já vou comemorar!
- Ainda não! Primeiro você tem umas tarefas para fazer. Amanhã, vai chegar um material pra você montar uma arca. Depois de pronta, você vai colocar um casal de cada bicho dentro. É tudo muito simples! Aqui está o manual de instruções. É auto explicativo. Você vai lendo e montando as peças, que no final dá tudo certo. Mas não enrola, porque você tem 10 dias pra isso!
- 'Xa comigo, chefia!
No dia seguinte, a Amazon descarregou todo o material na porta do Epaminondas e no final da tarde Deus chegou lá pra ver o andamento.
- Epaminondas! Mas você nem abriu as caixas!? Pelo menos já leu o manual de instrução?
- Ainda não! Sabe cumé... Mais de 15 páginas, letrinha miúda...
- Rapaz!... Deus alertou!
- Mas nem precisa ler! É só pegar as pecinhas e ir montando! É moleza! Eu já sei fazer isso!
- Sem ler as instruções, não vai dar certo! Tem uma sequência e são muitas peças pra montar a arca.
- Ok, Dotô! Eu pego de hoje pra amanhã e leio tudo!
No outro dia cedo, Deus mandou uma mensagem no WhatsApp:
- E aí, Epaminondas?! Leu tudo? Tá pronto para começar a montagem da arca?
Passou o dia e nada de resposta...
Quando foi lá para 6:00 da tarde, o Epaminondas respondeu em mensagem de áudio:
- Ops, chefia! Vai desculpando aí! É que eu tava numa partidinha de sinuca, o telefone ficou sem bateria e aqui no boteco do Cabeção num tem Wi-fi. Por isso só agora vi sua mensagem. Mas fica tranquilo! Eu já falei! Nem preciso ler! Eu já sei montar arca. Meu avô era pescador e fazia canoa. Mas só para te deixar tranquilo vou virar o sábado e domingo estudando o manual e segunda-feira começo a montagem.
Na segunda-feira, assim que Deus saiu da reunião das nove, ligou direto para o Epaminondas:
- E aí, Epaminondas? Cumé?
- Faaaaala, chefia! Tudo beleza?
- Começou a montagem?
- A gente até que tentou! Eu pedi uma mão para turma da sinuca, mas teve uns probleminhas, umas peças não encaixaram bem. Eu acho que tu passou a especificação errada para a compra! Vamos ter que devolver umas peças que vieram erradas, umas que a furação não coincide, outras que quebraram.
- Mas você usou as peças certas? Montou na sequência certa, conforme as instruções? Você leu o manual?
- Eu li até "Instrução número 1". Depois tinha letrinhas demais e todas muito miúdas. Mas não se preocupe, eu entendo disso melhor que qualquer um e não preciso ler. Esse negócio de ler é perda de tempo.
Um Arcanjo que ouviu a conversa e percebeu a preguiça do Epaminondas, chegou para Deus e disse:
- Senhor, eu conheço um cara muito gente boa, esforçado, comprometido com suas responsabilidades e gosta de ler - tem até livro em casa. Eu acho que ele vai montar essa arca rapidinho. Vou te passar o WhatsApp dele. O nome dele é Noé.
(O resto da história vocês já conhecem).
Mas se você não acredita em reencarnação, vai acreditar nessa baita coincidência!
Por volta do ano 1490, os reis espanhóis, Fernando de Aragão e Isabel de Castela buscavam alguém para chefiar uma gigantesca expedição para descobrir um novo continente e dominarem o mundo. Colocaram anúncio no jornal, abriram uma página no Instagram só pra atrair candidatos - vá daqui, vá dali, e eis que se apresenta o Epaminondas. Muito bom de lábia, ele acabou convencendo às suas majestades que era o homem ideal para conquistar este novo continente.
Os reis de Espanha já tinham o projeto pronto e detalhado, resumido num simples manual orientando sobre como organizar a expedição e qual seria a rota a seguir.
Mas o Epaminondas, com aquela mesma lerdeza, só enrolava. Passava os dias bebendo Rum e fazendo farra nos bordéis do cais do porto e nada de organizar a expedição. Todas as vezes que o emissário do Rei ia lá saber se ele, pelo menos, já tinha lido o manual e se preparado para iniciar a execução do projeto, ele contava uma mentira e falava que esse negócio de ler não era coisa de gente inteligente. Dizia que em plena idade média, leitura era coisa de rico desocupado e que ele já sabia muito bem o que fazer.
Depois de uns 3 meses de embromação do Epaminondas, bateu na porta do Palácio um italiano chamado Cristóvão Colombo, dizendo que tinha ficado sabendo sobre um projeto para conquistar um Novo Mundo.
Na mesma hora, o rei entregou pra ele uma cópia do manual e disse :
- Estude este documento e volte aqui amanhã cedo, pra eu te fazer um arguição e ver se você tem condição de assumir essa missão.
O Cristóvão virou a noite em cima dos textos e no dia seguinte bateu na porta do Palácio e toda pergunta que os reis faziam ele páh...
(O resto dessa história também vocês já conhecem).
Mas as reencarnações (ou coincidência, como preferir) não ficaram por aí!
Por volta de 1830, o Imperador chefe do Reino Unido de Portugal e Algarves se viu forçado a abdicar-se do trono na sede do império, na Cidade do Rio de Janeiro, no Brasil, e retornar para Portugal, sob pena de ser preso pelas cortes portuguesas.
Pela tradição sucessória, caso o Imperador não tivesse um filho com a idade mínima exigida, teria que indicar algum cidadão com boas referências para substituí-lo no trono. Conversa vai, conversa vem, eis quem se destacou para ser o sucessor de Dom Pedro I: um certo Epaminondas!
Mas antes de assumir o trono, ele teria que ler a constituição e se apresentar perante a câmara legislativa do império, para mostrar que pelo menos havia lido o suficiente para saber o que fazer na hora de tomar decisões.
Da mesma forma, passadas semanas com todos os deputados e senadores cobrando e nada do Epaminondas ler a Constituição. Na última hora, para não ser preso, Dom Pedro I publicou um decreto indicando um tutor e determinando a maioridade precoce do filho para sucedê-lo.
(O resto dessa história também vocês conhecem).
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domingo, 10 de dezembro de 2023
Por que eu deixei de usar capacete de ciclismo.
Depois de saber como foram realizados os testes de avaliação técnica desse tipo de capacete, constatei que são inócuos e os laudos são meras abstrações sem fundamento.
Por isso, toda essa campanha em favor do seu uso, não passa de estratégia comercial para empurrar ao mercado e vender milhões de unidades dessas porcarias que, embora não ajudem em nada em termos de segurança, ainda assim, viraram objetos de imposição de normas e regras em quase todo o mundo.
A começar pelo formato, que é muito mais apropriado para a proteção contra algo que lhe caia de cima sobre a cabeça, enquanto deixa exposta a região chamada "Triângulo Fatal", formada pelo queixo, boca e nariz, além de ser um apetrecho desconfortável, caro e feio pra caramba.
Quanto aos testes, há vários que medem a resistência de materiais e da estrutura da peça, mas que não têm qualquer relação com a sua funcionalidade numa eventual queda do ciclista ou com a sua efetividade. Ou seja, é resistente, mas para quê?
Os demais testes, que deveriam mostrar como esse equipamento poderia oferecer alguma suposta proteção num acidente, foram realizados com bonecos inertes, que não têm braços e que, portanto, não têm nenhuma reação no momento do impacto. Por isso, é óbvio que esse tipo de experiência não preserva qualquer semelhança com a queda real de um ciclista, razão pela qual, não serve como referencial comparativo com a realidade.
Portanto, trata-se de um experimento sem valor científico nem prático, já que o elemento principal e as condições de teste são totalmente diferentes do caso real. Assim, nenhuma conclusão tirada dessa experiência serve como parâmetro, se comparado com a queda de um ciclista.
Vejamos por que!
No momento de uma queda de bicicleta, o atleta instintivamente, reage levando as mãos e os braços para se proteger e proteger prioritariamente a cabeça, além de realizar movimentos de rolagem (rolamento) que amortecem e distribuem os efeitos do impacto, reduzindo riscos de pancadas muito fortes em partes mais vulneráveis, em especial na cabeça. Isso é reação instintiva, nas quais os ciclistas têm muito mais habilidade, devido à prática.
Caso o acidente tenha sido tão violento que a cabeça chegou a colidir com algum anteparo, é porque os braços, mãos e ombros já realizaram o efeito de absorção do impacto, possivelmente com algumas fraturas. E o capacete, serviu pra quê? Pra nada!
Além disso, nesse tipo de acidente, o outro órgão mais vulnerável é a coluna vertebral, especialmente nas vértebras cervicais (pescoço). E o capacete ajuda em quê na proteção da coluna? Em nada!
Dessa forma, o capacete pode ser útil para um boneco de plástico inerte, não para um ser humano vivo.
- Ah, então por que o capacete para pilotos de motocicletas e automóveis?
A diferença é uma questão de escala de velocidade e do peso do veículo em relação ao corpo do piloto. O conjunto desses fatores constituem-se numa variável da Física Mecânica denominada "Quantidade de Movimento", pela qual demonstra-se que a ação dos braços e o rolamento do corpo podem surtir efeito quando a queda acontece a 20 ou 30 km/h, com uma bicicleta de 15 Kg. Mas se você está a 80, 90 ou 140 km/h, em uma moto de 300 kg ou em um automóvel de 1500 kg, seu corpo realmente será arremessado como o do boneco de testes. Neste caso, os parâmetros se equiparam a um teste com boneco inerte.
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segunda-feira, 6 de novembro de 2023
Atenção, mulheres!
(Jornal das Moças, 1957).
"Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu carinho e provas de afeto, sem questioná-lo".
(Revista Cláudia, 1962).
"A desordem em um banheiro desperta no marido a vontade de ir tomar banho fora de casa".
(Jornal das Moças, 1965).
"Se o seu marido fuma, não arrume briga pelo simples fato de cair cinzas no tapete. Tenha cinzeiros espalhados por toda a casa".
(Jornal das Moças, 1957).
"A mulher deve estar ciente que dificilmente um homem pode perdoar uma mulher por não ter resistido às experiências pré-nupciais, mostrando que era perfeita e única, exatamente como ele a idealizara".
(Revista Cláudia, 1962).
"Mesmo que um homem consiga divertir-se com sua namorada ou noiva, na verdade ele não irá gostar de ver que ela cedeu".
(Revista Querida, 1954)."O noivado longo é um perigo, mas nunca sugira o matrimônio. Ele é quem decide - sempre".
(Revista Querida, 1953).
"Sempre que o homem sair com os amigos e voltar tarde da noite, espere-o linda, cheirosa e dócil".
(Jornal das Moças, 1958).
"É fundamental manter sempre a aparência impecável diante do marido".
(Jornal das Moças, 1957).
"O lugar de mulher é no lar. O trabalho fora de casa a masculiniza".
(Revista Querida, 1955).
"A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas, servindo-lhe uma cerveja bem gelada. Nada de incomodá-lo com serviços ou notícias domésticas".
(Jornal das Moças, 1959).
"Não é permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade sobre o homem. Que esteja, portanto, sempre calada."
(Deus, em Timóteo, 1 2-12)
"Sejam submissas ao seu próprio marido, como a Deus; porque o marido é o cabeça da mulher."
(Deus, em Efésios, 5 22-25)
ESTA É UMA BRINCADEIRA COM AQUELAS QUE NOS HONRAM COMO MÃES, COMO ESPOSAS E COMO FILHAS E QUE, PARA A ALEGRIA E PARA A SEGURANÇA DE TODOS NÓS HOMENS, MANDAM EM NÓS E A GENTE OBEDECE FELIZ!
...
Atenção, mulheres!
"Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas".
(Jornal das Moças, 1957).
"Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu carinho e provas de afeto, sem questioná-lo".
(Revista Cláudia, 1962).
"A desordem em um banheiro desperta no marido a vontade de ir tomar banho fora de casa".
(Jornal das Moças, 1965).
"Se o seu marido fuma, não arrume briga pelo simples fato de cair cinzas no tapete. Tenha cinzeiros espalhados por toda a casa".
(Jornal das Moças, 1957).
"A mulher deve estar ciente que dificilmente um homem pode perdoar uma mulher por não ter resistido às experiências pré-nupciais, mostrando que era perfeita e única, exatamente como ele a idealizara".
(Revista Cláudia, 1962).
"Mesmo que um homem consiga divertir-se com sua namorada ou noiva, na verdade ele não irá gostar de ver que ela cedeu".
(Revista Querida, 1954).
"O noivado longo é um perigo, mas nunca sugira o matrimônio. Ele é quem decide - sempre".
(Revista Querida, 1953).
"Sempre que o homem sair com os amigos e voltar tarde da noite, espere-o linda, cheirosa e dócil".
(Jornal das Moças, 1958).
"É fundamental manter sempre a aparência impecável diante do marido".
(Jornal das Moças, 1957).
"O lugar de mulher é no lar. O trabalho fora de casa a masculiniza".
(Revista Querida, 1955).
"A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas, servindo-lhe uma cerveja bem gelada. Nada de incomodá-lo com serviços ou notícias domésticas".
(Jornal das Moças, 1959).
"Não é permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade sobre o homem. Que esteja, portanto, sempre calada."
(Deus, em Timóteo, 1 2-12)
"Sejam submissas ao seu próprio marido, como a Deus; porque o marido é o cabeça da mulher."
(Deus, em Efésios, 5 22-25)
ESTA É UMA BRINCADEIRA COM AQUELAS QUE NOS HONRAM COMO MÃES, COMO ESPOSAS E COMO FILHAS E QUE, PARA A ALEGRIA E PARA A SEGURANÇA DE TODOS NÓS HOMENS, MANDAM EM NÓS E A GENTE OBEDECE FELIZ!
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